Rass é um jovem que tinha tudo para trilhar um caminho diferente. Apesar de viver com dificuldades, possui uma bolsa de estudos numa escola de elite. Tem a cabeça repleta de sonhos sobre o amor, ou a carreira de médico, mas a pobreza e a necessidade de conseguir dinheiro o levam a cometer delitos, que resultam na venda de drogas para um traficante local. E isso o coloca numa teia de complicações que fogem cada vez mais ao seu controle, principalmente quando 2kg da droga chega em seu poder. Até mesmo Rass percebe que ser preso pode ser sua única chance de começar uma outra vida que sempre sonhou.
Vencedor de vários prêmios, inclusive no Karlovy Vary, o drama de René Vilbre é o representante da Estônia na corrida por uma vaga ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2009. E foi escrito pelo mesmo roteirista do fantástico ‘Klass’.
O amor é como o Papai Noel, se você não acreditar não há
magia, ele não acontece.
AMOR É TUDO é uma comédia romântica sobre o amor e suas armadilhas. Seis casais, prestes a descobrir que ele está em toda parte. E afinal, isso é tudo o que querem.
Klaasje está separada de Dennis, que a traiu com uma professora e a quer de volta. A melhor amiga de Klaasje, Simone, é a peça central de sua família. Seu marido Ted se sente um inútil e não tem nem coragem de dizer a ela que foi demitido. Victor, o salva-vidas, vai se casar com o amor de sua vida, Kees. Mas Kees tem dúvidas e mantem seus receios encapsulados aos fins de semana, jogando RPG. Kiki, a irmã de Victor, uma vendedora em uma loja de departamentos, sonha com um príncipe em um cavalo branco. Mas não se dá conta quando um príncipe verdadeiro, Valentijn, se aproxima dela.
Com a chegada de um misterioso Papai Noel, todos esses altos e baixos amorosos atingem um clímax, e é quando descobrem que o amor é tudo, que devem continuar acreditando nele.
Filme ‘natalino’, sem pretensões, divertida, ágil, alegre. Pra te deixar bem leve e assistir com toda a família. Ou mesmo com aquela pessoa que você gosta. Recomendo a todos neste fim de ano.
Destacando ainda a marcante trilha sonora (com Trijntje Oosterhuis e mais Corinne Bailey Rae, KT Tunstall, etc), e o afinado elenco, todos eles famosíssimos na Holanda, seja na TV ou no cinema. As mulheres também são um espetáculo à parte, como a ótima Carice van Houten, excelente no papel de Rachel Stein em “Zwartboek”, presente aqui no blog, e que também participa do aguardado “Valkyrie”, com Tom Cruise.
> Observações quanto ao tema: Como a história se passa na Holanda, temos algumas diferenças nas tradições que vivenciamos no Natal e que são mostradas no filme:
- Na Holanda, São Nicolau é Sinterklaas. Diz-se às crianças holandesas que vem da Espanha num barco a vapor, dia 5 de Dezembro. Não existem renas, trenó ou ajudantes anões. - Na noite anterior, as crianças enchem os sapatinhos com feno e açúcar para o cavalo dele, para acordarem e os verem, de manhã, cheios de frutos secos e doces. - Por vezes, Sinterklaas aparece em pessoa, junto com o seu "assistente" Peter Negro. Pergunta às crianças que lhe digam se se portaram bem e pede que lhe recitem alguns versículos da Bíblia. - Os presentes trocam-se na véspera do dia de São Nicolau, a 5 de Dezembro, fazendo muitas surpresas divertidas, como por exemplo dar prendas pequenas em caixas enormes ou escondê-las.
De resto, como na maior parte dos países cristãos do mundo, as tradições são semelhantes, e, entre a missa, a árvore de Natal, as prendas e a alegria, tudo se torna muito parecido.
Geirr (Fridtjov Såheim) é um amargurado paralítico com fixação em armas que gosta de ver filmes de guerra, fumar erva, ouvir Johnny Cash, se auto-medicar e beber uns copos. Com seu cabelo comprido à anos 70 e o seu negativismo, Geirr parece um daqueles veteranos de guerra do Vietnã. A cadeira de rodas é um elemento novo em sua vida e na de sua mulher, Ingvild (Kirsti Eline Torhaug), ao qual ainda não se adaptaram convenientemente. Numa forma desesperada de salvar a relação, ela convida um grupo de apoio local liderado por Tori (Kjersti Holmen) que, juntamente com outros aleijados, vão à casa do casal pregar as regras do positivismo e da boa-disposição.
Estes dois pensamentos totalmente opostos vão sendo confrontados por um dia inteiro. Geirr se recusa a olhar as coisas com um viés positivo e lentamente tenta trazer os membros do grupo para o seu lado, de forma que aceitem de um jeito diferente (e melhor) as suas situações. Conseguindo isto, livrando-os de terem que pensar positivamente, teria então ensinado a ‘arte do pensamento negativo’.
Fino humor negro, destes que os nórdicos produzem muito bem. Trata da condição humana e de formas diferentes de encarar a vida. Um filme singular, com um toque até ‘teatral’, por se passar todo em uma casa, e com uma bela trilha sonora. Referências também aos clássicos ‘Apocalypse Now’ e principalmente ‘Um Franco Atirador’. Assistam ao trailer e tentem se inserir ao clima.
A legenda foi realizada também de forma ímpar. E só digo que dificilmente vou fazer novamente algo assim. Por hora, é o que temos =D
“The Man Who Loves Yngve” se passa em novembro de 1989. O muro de Berlim colapsa. Na cidade de Stavanger, Jarle Klepp, 17 anos, não tem idéia de que as coisas estão prestes a mudar. Até agora ele tinha de tudo; a melhor namorada e o mais legal amigo do mundo. Juntos formam a mais agressiva banda de punk rock da cidade, a Mattias Rust Band. Mas então surge um novo colega de classe, Yngve, que não é como a maioria, deixando Jarle confuso. Lentamente, mas de forma constante, ele deixa de lado todos os que o cercam, e descobre o que significa ficar sozinho.
Um cintilante, delicioso, dramático, e engraçado filme, que pode te fazer rir e chorar com a mesma intensidade. Terceiro maior sucesso comercial da Noruega este ano, é baseado no best selling "Eu Amava a Todos", de Tore Renberg. A intenção foi fazer um filme autêntico, maduro, mas ao mesmo tempo com a energia da juventude dos personagens. A trilha sonora te levará diretamente aos anos 80, com algumas das principais bandas de rock do período, tais como Stone Roses, The Cure, REM, Japan, Jesus and Mary Chain e Joy Division. Recomendado aos livres de espírito.
A legenda não é fruto de subpack, acho. Por isso, fiz o melhor possível. Sugestões e correções são sempre bem-vindas.
Produzido por Jim Parsons (do programa especializado em metal "Headbanger's Ball", da MTV norte-americana) e dirigido por Dick Carruthers (cineasta responsável por DVDs de bandas como Led Zeppelin, White Stripes e Aerosmith) o documentário mescla cenas de clipes de diversas eras - sempre é divertido relembrar como o Rob Halford era quando ainda tinha cabelo - a uma série de entrevistas com membros (e ex-membros) de bandas variadas como Black Sabbath, Deep Purple, Kiss, Thin Lizzy, Rainbow, Dio, Scorpions, Judas Priest, Whitesnake, Motörhead, Metallica, Anthrax, Testament, Overkill, LA Guns, Ratt (Stephen Pearcy), Napalm Death, Korn, Static X, God Forbid e até as meninas do Kittie e do The Donnas. Também prestam depoimento alguns produtores (como Kevin Shirley, a onipresente figura responsável pelas bolachas do Maiden), jornalistas (Metal Hammer, Kerrang), pessoal das gravadoras especializadas (Roadrunner, Megaforce, Century Media) e até um psicólogo, veja você. Além de Snider, é claro, o dono das frases mais divertidas e memoráveis. Talvez cause alguma polêmica ainda a última meia-hora da película, que trata justamente do cabeludo e espinhoso assunto do surgimento do "new metal" e o fato de centrar forças apenas na cena americana.
Meryem tem 17 anos de idade e é encontrada desolada e inconsciente em um lago. Sua família, que vive em um vilarejo à leste de Istambul, pensa que sua castidade foi voluntariamente violada e por isso precisa mata-la para manter os costumes da região.A tarefa, então, é entregue ao seu parente mais próximo, Cemal. Enquanto isso, um conhecido professor universitário, Irfan Kurudal, larga a vida que levava na capital como resposta a uma crise de identidade por qual passava.
Meryem e Cemal, inesperadamente, cruzam com o professor Irfan nesta jornada de morte e juntos, estas três pessoas que buscam liberdade e uma segunda chance na vida, serão capazes de vencer os próprios destinos traçados?
Filme multipremiado, recebido com bastante entusiasmo em seu país e até no próprio IMDB. A legenda não sei se é fruto de subpack, mas até que ficou aceitável.
Sim. O Metallica sempre foi a minha banda pesada preferida. Sim, não detesto, porém tampouco sou grande entusiasta da fase Load/Reload. Mas com o St. Anger... quase uma patologia....
“The Day That Never Comes” é o primeiro single do novo disco deles, o recém-lançado ‘Death Magnetic’. E é uma das minha preferidas do álbum. Por assim dizer, é uma espécie de ‘One’ do século XXI. Em tempo: achei esse novo trabalho bastante digno do passado da banda. Como já se comenta, a melhor coisa que fizeram nos últimos 20 anos.
Quanto ao clip, as gravações foram feitas no final de julho em Acton, cidade à uma hora de viagem de Los Angeles. E foi dirigido, nada mais, nada menos, pelo aclamado e odiado diretor dinamarquês Thomas Vinterberg, um dos pupilos do gênio Lars Von Trier. Thomas foi co-fundador do movimento Dogma95, com o histórico filme “Festen’, e mais recentemente dirigiu o igualmente controvertido ‘Querida Wendy’. Novamente em tempo: também achei ‘The Day...’, o clip, um trabalho bastante digno.